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eco

21 Set 2012

Dentro do contexto atual em que vivemos é do conhecimento de todos que com a escassez de recursos que se sente e a que se têm cada  vez mais difícil acesso, aliado ao aumento da população mundial a tendência das populações seria reduzir os gastos e optimizar os consumos. E não é. A Humanidade consome cada vez mais recursos, mais energia para realizar as mesmas tarefas básicas: viver, comer, dormir, trabalhar.

 

Cerca de um terço do consumo de energia nos estados membros da União Europeia ocorre em edifícios residenciais, comerciais e públicos, nomeadamente os escolares. Esse consumo inclui o aquecimento, refrigeração, iluminação, equipamentos, etc. Os edifícios presentemente representam cerca de 40% do consumo total de energia na EU. A necessidade nominal de energia é em média de 50kWh/m2/ano na maioria dos estados membros devido às exigências térmicas regulamentares.

 

No entanto, este valor pode ser substancialmente inferior com a integração de técnicas solares passivas ou pró-ativas. Com estes dados a eficiência energética dos edifícios, a necessidade de construir edifícios de baixo impacto energético tornou uma das preocupações primordiais deste sector.

Com a aprovação da diretiva europeia 2010/31/UE, obriga todos os estados membros a tomar medidas para que os edifícios construídos a partir de 2020 sejam de consumo energético quase nulo (Nerly Zero Energy Buildings).

 

Utilizando o standard PassivHaus, combinado com uma instalação de energia renovável, é possível criar edifícios "autónomos", ou de baixo impacto.

 

O conceito PassivHaus foi desenvolvido na Alemanha em princípios dos anos 90 e rapidamente se tem disseminado tanto na Europa, como na América do Norte e mais recentemente na América do Sul sendo que é contabilizado cerca de 20 000 edifícios já certificados por esta metodologia num total de 1 060 000 m2 de área útil certificada. A aplicação dos conceitos PassivHaus reduz cerca de 75% as necessidades energéticas de uma habitação, conseguindo um nível de conforto e qualidade de ar interior ótimo a um preço de construção muito razoável (no máximo cerca de 5% de aumento do custo total da construção).

 

No próximo mês de Outubro, a Plataforma Portuguesa PassivHaus Zero-Energy promove as ECO - JORNADAS de Arquitectura, que terão lugar no auditório do IPJ-Porto situado na Rua das Flores nº 69, nos dias 03, 10, 17 e 24 de Outubro, entre as 18h30min e as 21h00min.

 

A PassivHaus Zero Energy – Plataforma Portuguesa é uma recente associação sem fins lucrativos que pretende promover o uso, divulgação e investigação da arquitetura bioclimática e do standard PassivHaus para atingir a meta dos edifícios de emissão quase nula em Portugal (Net Zero Energy Buildings).

 

As ECO - JORNADAS surgem inseridas na 2ª edição de ARQ OUT | Mês da Arquitectura (Outubro 2012). Iniciativa que divulga um programa de eventos que decorrerão na cidade do Porto durante o mês de Outubro.

 

PREÇO

cada sessão 7,5€

25€ pack 4 dias

Estudantes 12,5€ (4 dias)

 

INSCRIÇÕES

https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dHdlU3Y1dUtXSVl2d2FkSmVtcE5YR2c6MQ

 

SITE DAS ECO.JORNADAS

http://cargocollective.com/ecojornadas/

 

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14 Mar 2012



«Water Efficiency in Buildings: The Portuguese Approach» é o título da comunicação que o Prof. Armando Silva Afonso, Presidente da Direção da ANQIP apresenta, a 16 de março, numa sessão paralela ao 6º Fórum Mundial da Água, que se realiza em Marselha, entre os dias 12 e 17 deste mês. O especialista em eficiência hídrica da UA é o único português presente no evento.

 

O convite para esta conferência partiu do Projeto Europeu InsMed, que visa a estruturação de um cluster de eco design/construção, bem como a difusão de tecnologias inovadoras na região Euro Mediterrânica. O projeto é liderado pela Câmara de Comercio e Industria de Marselha (França), tendo como parceiros a Universidade do Algarve (através da Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia – CRIA), a Câmara de Comércio e Industria de Messinian (Grécia), a Universidade Politécnica de Barcelona (Espanha) e o Instituto de Desenvolvimento Social (Portugal).

 

A comunicação que o professor da UA apresenta em Marselha, dia 16 de março, reflecte as práticas portuguesas no domínio da eficiência hídrica em edifícios e está inserida na reunião final do InsMed, um dos muitos eventos paralelos ao Fórum Mundial da Água.

 

Ainda neste âmbito, importa recordar que muito recentemente o mesmo docente foi convidado pelo governo grego a acompanhar a implementação de um programa degestão da água em edifícios. Numa primeira fase, a Grécia prevê implementar um sistema de certificação e rotulagem da eficiência hídrica dos produtos (como por exemplo chuveiros e torneiras), aplicáveis a dispositivos para edifícios públicos e privados.


 

 
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